Na capacitação Captação de Recursos: Preparando o Negócio Inovador para Crescer, você aprenderá sobre:
Webinar promovido pela Anprotec, em parceria com o Sebrae, apresentou diversas fontes de recursos para negócios inovadores, visando um crescimento mais sustentável de iniciativas tecnológicas
A Anprotec, em parceria com o Sebrae, realizou mais uma edição do ciclo de capacitações do programa Sebraetec Negócios Inovadores (NI). Com o tema “Captação de Recursos: Preparando o Negócio Inovador para Crescer”, o webinar reuniu empreendedores, gestores e profissionais interessados em abranger as fontes de recursos de negócios inovadores.
A capacitação apresentou estratégias para identificar as fontes de financiamento mais adequadas para cada perfil de empresa, além de orientações sobre como estruturar projetos para editais de subvenção econômica e atrair investidores.
O debate contou com as perspectivas de Gilson Roberto Kohs, economista pela Unicamp e consultor de Fomento Direto na Grownt Consultoria, e de Daniela Jacobina Pires, sócia fundadora da CapTal Soluções em Fomento e mestre em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia (UFSC).
Gilson Roberto Kohs destacou que não existe uma única alternativa de financiamento adequada para todos os empreendimentos. A escolha da fonte de recursos deve considerar fatores como o estágio de desenvolvimento da empresa, a velocidade necessária para entrada no mercado, a capacidade de geração de receita e a disposição dos empreendedores em compartilhar participação societária.
Segundo o especialista, compreender a diferença entre o desenvolvimento de uma tecnologia e o desenvolvimento de um produto é um passo fundamental para tomar decisões mais assertivas sobre captação de recursos.
“O recado principal aqui é: olhem em que momento é tecnologia e em que momento é produto. E, ao entender o que é produto e o que é tecnologia, eu consigo entender que tipo de recurso eu preciso e consigo gerir melhor a minha estrutura.”
Outro ponto abordado foi a relação entre a complexidade dos projetos e as diferentes modalidades de financiamento disponíveis, como crédito bancário, investimento de risco e subvenção econômica. Kohs ressaltou que empresas capazes de estruturar projetos competitivos para editais de subvenção costumam estar mais preparadas para acessar outras formas de financiamento.
Na segunda parte da capacitação, Daniela Jacobina Pires apresentou os principais aspectos relacionados à subvenção econômica, instrumento amplamente utilizado por agências de fomento para apoiar projetos de inovação tecnológica.
A especialista explicou que os processos de seleção geralmente são divididos em três etapas: habilitação, análise de mérito e contratação. Em cada fase, são avaliados elementos como o grau de inovação da proposta, o risco tecnológico envolvido, o nível de maturidade da solução, a qualificação da equipe executora e as parcerias estabelecidas.
Entre os erros mais frequentes que comprometem a aprovação de propostas estão a ausência de comprovação da capacidade técnica da equipe, inconsistências no cronograma de execução e o desalinhamento entre os objetivos do projeto e as prioridades do edital. Para aumentar as chances de sucesso, a especialista recomendou que as empresas iniciem sua preparação com antecedência, mapeando seus projetos de inovação, identificando potenciais instituições parceiras e estruturando equipes compatíveis com os requisitos exigidos pelos programas de fomento.
“A subvenção econômica é um instrumento poderoso, mas exige preparo. Quanto antes sua empresa começar a se organizar, maiores as chances de uma proposta competitiva”, concluiu Pires ao encerrar sua apresentação.
Ao final do encontro, foi realizada uma rodada de perguntas para que os participantes pudessem tirar dúvidas sobre como reconhecer investimentos seguros e os benefícios da cada fundo de investimento.
A iniciativa integra o calendário de capacitações do Sebraetec Negócios Inovadores, com o objetivo de fortalecer o ecossistema brasileiro de empreendedorismo inovador por meio da qualificação de empreendedores e disseminação de conteúdos estratégicos para negócios de base tecnológica.
Os webinars fazem parte da construção de uma biblioteca digital de conteúdos de referência do Sebraetec NI, reunindo materiais alinhados às diferentes etapas da jornada empreendedora e às três fichas de atendimento do programa. Acesse a biblioteca de conteúdo do Sebraetec no link: www.sebraetecni.anprotec.org.br.
Na capacitação “Estruturação de Processos e Operações Inteligentes com KPIs e OKRs”, você aprenderá sobre:
Webinar promovido pela Anprotec, em parceria com o Sebrae, apresentou ferramentas práticas de gestão, indicadores de desempenho e metodologias para alinhar estratégia e execução em startups
A Anprotec, em parceria com o Sebrae, realizou mais uma edição do ciclo de capacitações do programa Sebraetec Negócios Inovadores (NI). Com o tema “Estruturação de Processos e Operações Inteligentes com KPIs e OKRs”, o webinar reuniu empreendedores, gestores e profissionais interessados em aprimorar a organização operacional de negócios inovadores.
A capacitação teve como foco a estruturação de processos e rotinas operacionais em startups e empresas inovadoras, abordando práticas que contribuem para o aumento da eficiência, o alinhamento de equipes e a construção de trajetórias estratégicas de crescimento mais sustentáveis.
O debate contou com as perspectivas de Júlio César Rodrigues de Sousa, administrador da Ufersa, pesquisador e presidente da Comissão de Gestão Pública do CRA-RN, e de Gus Moreira, fundador e CEO da CAVOK Consulting e especialista em gestão estratégica de operações e transformação digital.
Durante as apresentações, os palestrantes discutiram conceitos fundamentais para a gestão orientada a resultados, destacando a importância da definição de indicadores, da construção de metas claras e da criação de uma cultura organizacional voltada para a execução.
KPIs e OKRs como ferramentas para transformar estratégia em resultados
Júlio César destacou que os KPIs funcionam como instrumentos de monitoramento do desempenho organizacional, permitindo acompanhar resultados e identificar oportunidades de melhoria. O palestrante também apresentou exemplos relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, ilustrando a importância da mensuração de indicadores na gestão pública e privada.
Outro ponto abordado foi a distinção entre KPIs e OKRs. Segundo Júlio, a primeira nomenclatura se refere à indicadores que medem o desempenho alcançado, enquanto que os OKRs têm como propósito direcionar a organização para novos patamares de excelência, estabelecendo metas ambiciosas e alinhadas à estratégia institucional.
Gus Moreira trouxe uma perspectiva prática baseada em sua experiência em empresas de tecnologia, finanças e consultoria. O especialista enfatizou a importância de transformar objetivos estratégicos em ações concretas, defendendo a adoção de metas de curto prazo — especialmente em startups em fase inicial — para facilitar ajustes rápidos e manter o foco nas prioridades do negócio.
Entre os conceitos apresentados, destacou-se a metodologia de engenharia reversa, que consiste em definir o objetivo desejado para, em seguida, construir o caminho necessário para alcançá-lo. Gus também reforçou a relevância de processos participativos na definição de metas e na realização de reuniões periódicas para acompanhamento dos resultados.
Cultura de execução e operações inteligentes
Ao longo do webinar, os palestrantes convergiram na ideia de que operações inteligentes dependem menos do controle de tarefas e mais da gestão orientada por resultados. A implementação de OKRs foi apontada como uma transformação cultural que exige engajamento da liderança, transparência e alinhamento entre as equipes.
O encontro também ressaltou a importância de iniciar a estruturação operacional de forma simples e gradual, utilizando ferramentas acessíveis antes da adoção de soluções mais complexas. Nesse contexto, a inteligência artificial foi apresentada como uma aliada para apoiar análises, organizar informações e aumentar a eficiência dos processos internos.
Sobre o Sebraetec NI
A iniciativa integra o calendário de capacitações do Sebraetec Negócios Inovadores, com o objetivo de fortalecer o ecossistema brasileiro de empreendedorismo inovador por meio da qualificação de empreendedores e disseminação de conteúdos estratégicos para negócios de base tecnológica.
Os webinars fazem parte da construção de uma biblioteca digital de conteúdos de referência do Sebraetec NI, reunindo materiais alinhados às diferentes etapas da jornada empreendedora e às três fichas de atendimento do programa. Acesse a biblioteca de conteúdo do Sebraetec no link: www.sebraetecni.anprotec.org.br.
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Na capacitação “Tributação e Empreendedorismo: Como as Novas Regras Impactam Negócios Inovadores”, você aprenderá sobre:
Palestrantes demonstraram os impactos da reforma tributária para startups e ressaltaram a importância do planejamento fiscal, da automação tributária e do compliance para adaptação ao novo cenário.
A Anprotec, em parceria com o Sebrae, realizou o webinar “Tributação e Empreendedorismo: Como as Novas Regras Impactam Negócios Inovadores”. O encontro realizado nesta quarta-feira (20) faz parte do ciclo de capacitações online do programa Sebraetec Negócios Inovadores (NI).
Com foco transversal nas três primeiras fichas do Sebraetec NI, o encontro apresentará um panorama atualizado da tributação aplicada ao empreendedorismo inovador, abordando os impactos da reforma tributária, possibilidades de enquadramento fiscal e o papel de iniciativas como o Inova Simples no fortalecimento e formalização de negócios em diferentes estágios de desenvolvimento.
O webinar contou com a participação de Francisco Peres Pinheiro Júnior, advogado e especialista em Direito Tributário pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Também participou do encontro Paolla Braga, coordenadora de TAX/Tributária na Grownt, auditora independente e contadora com 18 anos de experiência nas áreas tributária, contábil e fiscal.
Ao dar início à sua fala, Francisco Peres Pinheiro Júnior discutiu as principais implicações tributárias para startups e empresas de inovação, dado à Reforma Tributária do Consumo, que unificará tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) nos seguintes impostos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e o CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).
Dessa forma, o palestrante destacou a importância dos empreendedores revisarem seu regime de tributação antes de janeiro de 2027, para que possam realizar um planejamento contábil adequado e a parametrização adequada de sistemas.
Por fim, o advogado enfatizou para que as startups avaliem seus fornecedores de bens e serviços e revisem contratos com o objetivo de maximizar créditos fiscais. Além disso, foi ressaltado que as empresas devem fazer simulações para determinar o modelo de tributação mais benéfico aos clientes.
Para dar continuidade ao webinar, Paolla Braga complementou a discussão ao explicar a importância da simulação tributária e da automação fiscal. Essas estratégias são fundamentais para startups que buscam gerenciar o novo sistema tributário, considerando faturamento, folha de pagamento e benefícios fiscais, para que as empresas sejam capazes de realizar um monitoramento contínuo dos impactos da reforma tributária.
Foi apresentada a Inova Simples, uma iniciativa que simplifica o processo burocrático de abertura e fechamento de startups e empresas de inovação no Brasil. Nesse sentido, Paolla Braga destacou que startups têm um papel importante na transformação, sendo naturalmente integradas entre áreas e orientadas por dados.
Por fim, a palestrante recomendou que empresas usem ferramentas de simulação e mantenham controles robustos de compliance para se adaptarem ao novo cenário tributário.
Após as apresentações, os participantes tiraram dúvidas em relação aos principais desafios enfrentados na atualização das normas para adequação à reforma tributária. Além disso, foram abordadas questões sobre a cadeia de fornecedores e verificação do regime tributário para avaliação do impacto no crédito de IBS e CBS.
A iniciativa integra o calendário de capacitações do Sebraetec Negócios Inovadores, programa realizado em parceria entre Anprotec e Sebrae, que tem como objetivo fortalecer o ecossistema brasileiro de empreendedorismo inovador por meio da qualificação de empreendedores, mecanismos de apoio e equipes estaduais do Sebrae.
Os webinars fazem parte da estratégia de construção de uma biblioteca digital de conteúdos de referência do Sebraetec NI, reunindo materiais alinhados às diferentes etapas da jornada empreendedora e às três fichas de atendimento do programa.
Acesse a biblioteca de conteúdo do Sebraetec no link: www.sebraetecni.anprotec.org.br.
Na capacitação “Design Thinking Aplicado à Validação de Negócios”, você aprenderá sobre:
Palestrantes apresentaram estratégias para identificação de problemas e desenvolvimento de soluções centradas no usuário, com foco em empreendimentos em fase inicial.
A Anprotec, em parceria com o Sebrae, realizou o AnproTalks Especial intitulado “Design Thinking Aplicado à Validação de Negócios”. O webinar integra o ciclo de capacitações do programa Sebraetec Negócios Inovadores (NI) e abordou aplicações práticas do Design Thinking na validação de ideias e modelos de negócios.
Durante o encontro, foram discutidos temas como o desenvolvimento de soluções a partir da compreensão das necessidades dos clientes e as etapas da metodologia, com detalhamento de processos e estratégias. Também foram apresentadas possibilidades de aplicação de testes com o apoio da Inteligência Artificial (IA), como forma de apoiar empreendedores na validação de suas propostas.
O webinar contou com a participação de Leo Lacerda, fundador da Trampolim Tech — empresa especializada em consultoria e capacitação em inovação e empreendedorismo —, e Claudio Azevedo Peixoto Junior, doutorando em Administração de Empresas (PPGA/UNIFOR) e professor da Unifor. Os especialistas compartilharam experiências, casos práticos e reflexões sobre o uso do Design Thinking na validação de negócios inovadores.
Na primeira parte da apresentação, Leo Lacerda contextualizou sua trajetória profissional e apresentou exemplos práticos de desenvolvimento de produtos e soluções digitais, destacando falhas recorrentes decorrentes da ausência de estratégias estruturadas de Design Thinking.
“Não importa se a sua ideia é boa ou está bem estruturada, é necessário tirá-la do papel e colocá-la em prática, porque o grande valor do empreendedor está na coragem de errar e superar o medo de começar algo novo”, incentivou Leo Lacerda para que as startups iniciem os processos de validação dos seus negócios.
Em seguida, o especialista detalhou as etapas do Design Thinking, organizadas em três grandes fases: descoberta (empatia e definição), exploração (ideação e prototipação) e materialização (teste e implementação).
Fator humano na validação de negócios
Na sequência, Claudio Azevedo Peixoto Junior complementou a discussão, destacando a importância de incorporar o fator humano ao processo de desenvolvimento de soluções. O especialista ressaltou como a ausência dessa abordagem pode comprometer a efetividade dos negócios.
“O método tradicional parte de um planejamento prévio para execução das ideias. No entanto, muitas vezes desconsidera o fator humano. Os exemplos apresentados demonstram que a não aplicação completa das etapas do Design Thinking pode comprometer os resultados”, explicou o doutorando sobre os diferenciais da metodologia apresentada.
Ao final de sua participação, Claudio questionou como startups podem avaliar se sua proposta de valor está sendo compreendida pelos clientes. Em resposta, Leo Lacerda destacou a prestação de serviços como uma estratégia eficiente para validação, aliada à realização de testes com o apoio da Inteligência Artificial.
Ao final do encontro, os participantes puderam esclarecer dúvidas sobre a aplicação prática das estratégias apresentadas. Entre as principais recomendações dos especialistas, destacam-se a realização de testes contínuos e a proximidade com os clientes para melhor compreensão de suas necessidades.
Também foi ressaltado o caráter não linear do Design Thinking, permitindo que empreendedores revisitem etapas ao longo do processo. A empatia, especialmente nas fases iniciais, foi destacada como elemento central para o desenvolvimento de soluções mais assertivas.
A iniciativa integra o calendário de capacitações do Sebraetec Negócios Inovadores, com o objetivo de fortalecer o ecossistema brasileiro de empreendedorismo inovador por meio da qualificação de empreendedores e disseminação de conteúdos estratégicos para negócios de base tecnológica.
Os webinars fazem parte da construção de uma biblioteca digital de conteúdos de referência do Sebraetec NI, reunindo materiais alinhados às diferentes etapas da jornada empreendedora e às três fichas de atendimento do programa. Acesse a biblioteca de conteúdo do Sebraetec no link: www.sebraetecni.anprotec.org.br .
Webinar realizado nesta quarta-feira (08/04) discutiu como startups podem estruturar estratégias de comunicação e vendas para ampliar a visibilidade de suas soluções e conquistar novos clientes e investidores.
Na capacitação “Marketing e Vendas: do Primeiro Cliente à Escala”, você irá aprender como:
A Anprotec, em parceria com o Sebrae, realizou o AnproTalks Especial intitulado “Marketing e Vendas: do Primeiro Cliente à Escala” nesta quarta-feira, às 10h. O webinar, que integra o ciclo de capacitações do programa Sebraetec Negócios Inovadores (NI), apresentou estratégias para apoiar startups no planejamento de marketing e na estruturação de processos de vendas voltados à expansão de negócios inovadores..
Durante o evento, foram discutidos temas como validação de produtos e comunicação com o mercado, construção de funis de vendas e organização das atividades comerciais. Também foram abordadas as diferenças entre os modelos B2B (Business to Business) e B2C (Business to Consumer), com o objetivo de auxiliar empreendedores a identificar estratégias adequadas para posicionar suas soluções e ampliar oportunidades de mercado.
O webinar contou com a participação do Prof. Fabiano Rocha, docente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), e Guigo Carvalho, head de Venture Capital da FABCAPITAL e presidente da Associação Carioca de Startups. Os convidados compartilharam experiências relacionadas à experiência do usuário, conversão de leads e transformação de ideias em negócios escaláveis.
No início do encontro, os especialistas destacaram a importância da validação de produtos junto ao mercado por meio de feedback contínuo dos clientes. O relacionamento próximo com os consumidores foi apontado como fator essencial para consolidar uma base de usuários e orientar o aprimoramento das soluções oferecidas.
Entre as estratégias mencionadas está a abordagem conhecida como “Blitzscaling”, que envolve a realização de testes controlados e em pequena escala antes da expansão do negócio. Segundo os palestrantes, esse processo de experimentação contribui para que as startups alinhem seus produtos às necessidades reais dos clientes, evitando desenvolver soluções baseadas apenas na percepção dos empreendedores.
“Não se vende ou cria um produto sem que se descubra uma necessidade, uma dor ou um desejo. Então, é preciso ter uma perspectiva de oportunidade e olhar para o mercado, analisando as necessidades a serem atendidas para criar um produto que possa gerar valor para o consumidor”, ressaltou Guigo sobre a importância das empresas manterem um relacionamento contínuo com os clientes.
Na sequência, foram apresentadas estratégias de marketing e vendas voltadas à fase de crescimento das startups. Nesse contexto, os especialistas detalharam o funcionamento do funil de vendas, estruturado em etapas como atração, conversa, oferta e fechamento.
Também foram discutidos os pilares da gestão de receitas nas empresas, que envolvem aquisição, retenção e expansão de receita. Para acompanhar o desempenho dessas estratégias, os palestrantes ressaltaram a importância do monitoramento de indicadores como o Custo de Aquisição de Clientes (CAC) e o Lifetime Value (LTV).
Durante o webinar, também foi debatida a ideia de que “um produto bom se vende sozinho”. Os convidados destacaram que, na prática, o desenvolvimento de soluções inovadoras exige interação constante com os clientes e validação contínua das propostas de valor.
Nesse processo, os empreendedores precisam equilibrar fatores como qualidade do produto, prazos de lançamento e custos de desenvolvimento. Ainda que as primeiras versões não sejam perfeitas, os especialistas reforçaram que o lançamento inicial é importante para testar hipóteses, coletar feedbacks e promover melhorias a partir da experiência dos usuários.
“Escalar as vendas fala sobre uma organização coerente dos canais utilizados, que devem conversar tanto com os clientes quanto com o momento em que estão sendo feitas as vendas. É necessário ter um processo organizado e ter consistência na aplicação de testes, porque negócios e o empreendedorismo inovador não são ambientes perfeitos, mas é necessário ter uma busca constante de melhoria contínua”, explicou o Prof. Fabiano Rocha.
Outro ponto abordado foi a escolha dos canais de venda e comunicação mais adequados ao público-alvo. A compreensão das diferenças entre os modelos B2B (Business to Business) e B2C (Business to Consumer) foi apresentada como elemento fundamental para orientar a definição de estratégias comerciais e de marketing. Além disso, foi ressaltada a importância da construção de autoridade por meio da produção de conteúdo relevante e do posicionamento consistente da marca.
Ao final do encontro, os participantes puderam esclarecer dúvidas sobre a aplicação prática das estratégias apresentadas. Entre as recomendações dos especialistas está a realização de testes em mercados ou territórios menores antes de ampliar a escala das operações.
Também foi destacada a importância de medir continuamente os resultados das ações de marketing e vendas, permitindo ajustes ao longo do processo de validação e crescimento do negócio. O acompanhamento do relacionamento com o cliente no pós-venda foi apontado como etapa fundamental para a coleta de feedbacks e para a consolidação de uma base sólida de consumidores.
A iniciativa integra o calendário de capacitações do Sebraetec Negócios Inovadores, com o objetivo de fortalecer o ecossistema brasileiro de empreendedorismo inovador por meio da qualificação de empreendedores e disseminação de conteúdos estratégicos para negócios de base tecnológica.
Os webinars fazem parte da construção de uma biblioteca digital de conteúdos de referência do Sebraetec NI, reunindo materiais alinhados às diferentes etapas da jornada empreendedora e às três fichas de atendimento do programa. Acesse a biblioteca de conteúdo do Sebraetec no link: www.sebraetecni.anprotec.org.br.
Na capacitação “Deep Techs e Propriedade Intelectual: Empreender com Alta Tecnologia”, você aprenderá sobre:
Palestrantes demonstraram os mecanismos legais para regularização de tecnologia no Brasil e ressaltaram a importância de incentivos governamentais para fortalecer o ecossistema de inovação.
A Anprotec, em parceria com o Sebrae, realizou o webinar especial “Deep Techs e Propriedade Intelectual: Empreender com Alta Tecnologia”. O encontro realizado nesta quarta-feira (25) faz parte do ciclo de capacitações online do programa Sebraetec Negócios Inovadores (NI).
A abertura do encontro foi realizada pela Maíra Nobre, diretora de redes e associados da Anprotec, que apresentou o AnproTalks Especial Sebraetec NI, o programa formativo estruturado em ciclo de capacitações online. Maíra também ressaltou a importância dos participantes da região Norte, onde será realizada a próxima Conferência Anprotec.
“Esse movimento de criar embaixadores é muito importante para criar uma comunidade no Brasil em que um possa aprender com o outro e também seja possível apresentar diferentes cases de startups”, ressaltou a diretora de redes e associados da Anprotec sobre a relevância dos webinars educativos.
Propriedade industrial para Deep Techs
Ao dar início à sua fala, Gabriela Santos fez uma apresentação profissional e discursou sobre a sua expertise em propriedade intelectual. Em seguida, a advogada e consultora da INOVA explicou a importância das universidades, dado que, normalmente, esses ambientes são os “berços” dessas startups.
“É importante o debate sobre propriedade intelectual porque esse assunto é pouco conhecido. Muitas pessoas confundem e não sabem usar os sistemas legais. Há algumas falácias na internet e essa é uma questão muito técnica. Então, é de suma importância trazer esse debate para o AnproTalks”, destacou Gabriela em seu discurso.
Foram abordadas questões sobre a legislação brasileira para deep techs e a importância de utilizar mecanismos legais para se diferenciar no mercado. Além disso, foram discutidas as atuais legislações que regulam sobre o tema, como a Lei de Inovação Tecnológica (2004) e o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação (2016).
Por fim, Gabriela destacou algumas questões que ainda precisam ser regulamentadas para tornar o Brasil um ambiente propício de desenvolvimento e amadurecimento de deep techs, como a transferência de tecnologia, o compartilhamento de laboratórios e a geração de ambientes promotores de inovação.
Case de sucesso em biotecnologia
Para dar continuidade ao webinar, Anna Claúdia Alves exemplificou as questões apontadas por Gabriela Santos a partir do compartilhamento da trajetória da Recombine Biotech, uma startup de tecnologia recombinante aplicada ao agronegócio.
“Vejo com muito bons olhos o movimento do Governo de olhar para as deep techs como uma saída para o desenvolvimento tecnológico no Brasil. As pesquisas estão nas universidades e nas ICTs, por isso é necessário que elas recebam investimento e sejam transferidas para o mercado”, ressaltou a fundadora e diretora técnica da Recombine Biotech.
Foram apresentados o histórico, a equipe e os colaboradores da startup, que foi criada em 2019 a partir da pesquisa de doutorado da Anna Claúdia. A fundadora da startup ressaltou o número de doutores presentes na Recombine Biotech, que é um número maior comparado a outras empresas comuns.
Por fim, Anna Claúdia apresentou o novo produto desenvolvido pela startup: um teste rápido de detecção de biofilmes em tempo real. Foram demonstradas as etapas realizadas para o desenvolvimento do produto, os desafios de validações de mercado e a aproximação com indústrias de laticínios e frigoríficos.
Bate-papo com palestrantes e encerramento
Após as apresentações, os participantes tiraram dúvidas em relação aos principais desafios enfrentados na formalização de documentos legais para propriedade intelectual de deep techs. Além disso, foram abordadas questões sobre a valoração de tecnologia, as indicações para deep techs iniciantes e o perfil de empreendedor científico.
Maíra Nobre fez os agradecimentos finais aos participantes e às palestrantes, além de ressaltar as deep techs como uma área estratégica para o Brasil.
Sobre o Sebraetec NI
A iniciativa integra o calendário de capacitações do Sebraetec Negócios Inovadores, com o objetivo de fortalecer o ecossistema brasileiro de empreendedorismo inovador por meio da qualificação de empreendedores e da disseminação de conteúdos estratégicos para negócios de base tecnológica.
Os webinars fazem parte da construção de uma biblioteca digital de conteúdos de referência do Sebraetec NI, reunindo materiais alinhados às diferentes etapas da jornada empreendedora e às três fichas de atendimento do programa.
Acesse a biblioteca de conteúdo do Sebraetec no link: www.sebraetecni.anprotec.org.br.
Na capacitação “Construindo e Testando MVPs de Forma Eficiente”, você aprenderá como:
A Anprotec, em parceria com o Sebrae, realizou o webinar “Construindo e Testando MVP de Forma Eficiente”, como parte do ciclo de capacitações online do programa Sebraetec Negócios Inovadores (NI). O evento, que ocorreu no dia 11 de março de 2026, debateu ações estratégicas para prototipagem eficiente de produtos, baseado em validação de hipóteses com experimentos simples e coleta de feedback de clientes.
O encontro teve a presença do Prof. Dr. José Luiz Esteves, docente da Pós-Graduação em Meio Ambiente na Universidade Federal do Rio de Janeiro (MBE COPPE/UFRJ), e Samara Tomaz, Product Owner na GazinTech e embaixadora do Sebraetec NI.
A abertura do evento foi realizada por Artur Gibbon, diretor de Ambientes de Inovação da Anprotec, além dos consultores da instituição Luciano Valente e Evelin Priscila Trindade. Em sua fala inicial, Artur destacou a relevância do Sebraetec NI para o fortalecimento de startups e ressaltou a importância do tema do webinar para empreendedores em estágio inicial.
“O MVP não é algo estático, mas uma versão maleável e dinâmica, que evolui a partir das respostas do mercado e dos ajustes necessários antes do lançamento. O MVP está relacionado à validação de ideias, ao aprendizado rápido e ao uso inteligente de recursos”, explicou o diretor de Ambientes de Inovação consultor de projetos da Anprotec sobre os fatores estratégicos de MVP para startups.
Ações estratégicas para o desenvolvimento de MVPs
Ao iniciar as apresentações, o professor José Luiz Esteves abordou alguns dos principais mitos associados ao desenvolvimento de MVPs e apresentou exemplos práticos relacionados à exploração de ideias e à validação de soluções inovadoras. Durante sua fala, o docente ampliou a compreensão sobre o conceito de Produto Mínimo Viável, destacando que ele representa uma versão funcional do produto capaz de testar hipóteses de mercado.
Em seguida, José ressaltou a importância do MVP no contexto das startups, marcado pela necessidade de rapidez na validação de ideias e pela limitação de recursos disponíveis. “Nove a cada dez startups falham. As startups bem sucedidas são aquelas que validam as soluções por meio da metodologia de MVP”, afirmou.
Entre os principais pontos abordados na apresentação estiveram a identificação do público-alvo, a formulação de hipóteses para validação, a definição de formatos de testes e a seleção de indicadores para medir resultados. Também foram discutidos aspectos relacionados à análise de métricas estratégicas, como o Custo de Aquisição de Clientes (CAC) e o Lifetime Value (LTV), além da construção de funis de validação e conversão.
Construindo MVPs eficientes com Inteligência Artificial
Para dar continuidade ao webinar, Samara Tomaz compartilhou sua trajetória profissional e experiências relacionadas ao desenvolvimento de soluções inovadoras. Entre os projetos mencionados, destacou sua atuação no desenvolvimento do MVP do GazinBank, banco digital da GazinTech.
A especialista também apresentou dados sobre o crescimento do ecossistema de inovação no país. Segundo ela, o Brasil contava, em 2025, com 975 startups de Inteligência Artificial mapeadas, o que demonstra o potencial de utilização dessas tecnologias no desenvolvimento e na testagem de MVPs.
“O erro mais comum é tentar construir todo o produto antes de confirmar sua capacidade de entregar valor para o consumidor final. Por isso, é fundamental realizar testes prévios para validar funcionalidades e identificar possíveis problemas de desempenho”, explicou Samara sobre um dos erros mais comuns entre empreendedores.
Ao longo de sua fala, Samara discorreu sobre a aplicação da metodologia Lean Startup, que organiza o processo de desenvolvimento de produtos em ciclos de construção, medição e aprendizado. Foram destacadas práticas essenciais para desenvolvimento de MVPs eficientes, como a análise de dados de desempenho, o acompanhamento de taxas de retenção de usuários e a coleta de feedbacks qualitativos.
Encerramento e rodada de perguntas
Ao final das apresentações, os participantes tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas sobre estratégias de validação de ideias, análise de aderência de soluções ao mercado e desafios comuns enfrentados por startups no processo de desenvolvimento de produtos. Além disso, foram discutidos erros recorrentes na criação de MVPs e questões relacionadas à proteção de propriedade intelectual em soluções de software.
Confira mais conteúdo no site do Sebraetec NI
Este webinar integra o ciclo de capacitações do Sebraetec Negócios Inovadores (NI). Os encontros realizados ao longo do programa estão disponíveis na biblioteca digital, que reúne conteúdos voltados a diferentes etapas da jornada empreendedora e às três fichas de atendimento.
Acesse o conteúdo por meio do site: https://sebraetecni.anprotec.org.br/biblioteca
Na capacitação “Customer Success, Experiência do Cliente e Retenção em Negócios Inovadores”, você aprenderá como:
No dia 11 de fevereiro de 2026, a Anprotec em parceria com o Sebrae, promoveu mais um encontro do ciclo de capacitações online do programa Sebraetec Negócios Inovadores (NI). O webinar debateu como transformar conhecimento técnico em soluções escaláveis, conectadas a oportunidades reais de mercado.
A programação contou com a participação de Carlos Rodrigo Oliveira, diretor de Educação da Associação Cariocas de Startup e diretor no Instituto da Transformação Digital, e de Radamés Dantas, professor, investidor anjo e palestrante, com atuação voltada ao desenvolvimento de startups e à formação de empreendedores.
A abertura do encontro foi feita por Tony Chierighini, vice-presidente da Anprotec, e Matheus Campos, Analista do Sebrae Nacional e gestor do Convênio Anprotec – Sebrae. A mediação foi realizada por Evelin Priscila Trindade, consultora da Anprotec, que destacou a importância do trabalho conjunto e da colaboração entre Sebraetec, Anprotec e incubadoras para transformar ideias em soluções escaláveis, sempre conectadas ao que o mercado realmente precisa.
Experiência do cliente como diferencial estratégico
Radamés Dantas destacou que educação e empreendedorismo caminham juntos, e que colocar o cliente no centro das decisões deixou de ser um diferencial: tornou-se uma necessidade estratégica. Para ele, a prática exige humildade, repetidas adaptações e uma cultura organizacional focada no público consumidor.
Para Dantas “não faz sentido criar um negócio que não esteja alinhado com o consumidor. É preciso ter cultura de ouvir o outro, alimentar o projeto com feedbacks e sempre procurar o melhor para o cliente.”
Cases e uso de inteligência de dados
Carlos Rodrigo Oliveira apresentou exemplos que mostram como colocar o cliente no centro influencia diretamente a longevidade e o sucesso dos negócios. Empresas de diferentes setores demonstram que inteligência de dados, tecnologia e atenção ao cliente podem criar experiências únicas.
Como exemplos foram citados o Walmart, que usa dados meteorológicos para preparar estoques antes de eventos climáticos, e Nike e Adidas oferecem aplicativos que permitem que corredores compartilhem suas performances e recebam ofertas personalizadas de acordo com seu nível de atividade.
Carlos reforçou que “estruturar dados de maneira simples é melhor para a empresa e proporciona um contato mais prático com o cliente. Os dados dão luz para entender melhor o cliente, preparar produtos, oferecer recompensas e fortalecer o relacionamento.”
Pesquisa acadêmica e aplicação prática

Outro ponto central do encontro foi aproximar a pesquisa acadêmica do mercado. Os palestrantes enfatizaram que a ciência deve ser voltada a problemas reais, e não apenas gerar conhecimento teórico. Incentivos governamentais e programas como o Sebraetec permitem que pesquisadores desenvolvam soluções aplicáveis, aumentando a relevância da pesquisa e transformando ideias acadêmicas em produtos e serviços de impacto.
O debate reforçou que, em inovação, o cliente deve estar no centro de cada decisão, e que a combinação de tecnologia, dados e proximidade com o público cria oportunidades de crescimento e transformação para empresas e empreendedores.
Na capacitação “Captação de Investimentos para Escalar Startups”, você aprenderá como:
A Anprotec, em parceria com o Sebrae, realizou o webinar “Captação de Investimento para Escalar Startups”, incluso no ciclo de capacitações online do programa Sebraetec Negócios Inovadores (NI). O evento, que ocorreu no dia 3 de dezembro de 2025, debateu visões estratégicas para startups que buscam investimentos no mercado.
O encontro teve a presença de Jemna Rhoden, Head de Estratégia e Inovação Sustentável na Comuniká Consultoria e Inovação, e Sandro Cortezia, fundador e CEO da Ventiur Smart Capital.
A abertura do diálogo foi feita por Evelin Priscila Trindade, consultora da Anprotec, e Luciano Valente, consultor de projetos da Anprotec. Ao iniciar sua fala, Luciano apresentou o Sebraetec NI ao demonstrar os diversos serviços que o programa oferece para empreendedores com perfil inovador.
“É uma oportunidade excelente para negócios que querem acessar serviços com profissionais e especialistas, assim como para incubadoras, aceleradoras e prestadores de serviços. Também para a Anprotec e o Sebrae, ao estarmos cumprindo nossa missão dentro do ecossistema”, ressaltou o consultor de projetos da Anprotec sobre as vantagens e os resultados do projeto.
Como escolher um bom investimento
Para iniciar as apresentações, Jemna Rhoden descreveu brevemente a sua trajetória profissional, em que transitou em múltiplas áreas de investimentos e pôde conhecer diferentes perfis de investidor. A partir das suas experiências, a Head de Estratégia e Inovação Sustentável na Comuniká Consultoria e Inovação afirmou que os investimentos em startups se tornaram mais fáceis e acessíveis ao longo do tempo.
No entanto, Jemna explicou que os investimentos são divididos em etapas e, por trás de cada recurso adquirido, é necessário conhecer o investidor. “Você, enquanto startup, precisa saber o momento ideal para buscar e aonde buscar esse recurso”, destacou a Head de Estratégia sobre um ponto fundamental para startups ao buscarem oportunidades no mercado.
Por fim, foram abordadas as diferenças entre os investidores comuns e os anjos, que utilizam dinheiro próprio para financiar startups, e comentadas outras alternativas de arrecadação de recursos, como editais públicos.
Funcionamento de investimentos em startups
Para dar continuidade ao webinar, Sandro Cortezia apresentou a Ventiur Smart Capital, a primeira aceleradora de startups no Sul do Brasil. O CEO da Ventiur indicou que o objetivo da aceleradora é apoiar empreendedores que buscam criar um mundo melhor.
“A gente investe e conduz um processo de aceleração customizado, entendendo qual é o estágio em que a startup está e o que nós podemos fazer para reduzir ou eliminar os gargalos que estão impedindo a startup de crescer”, explicou Sandro sobre o diferencial da Ventiur em relação a outras aceleradoras brasileiras ao possuir um atendimento individualizado.
Ao longo de sua fala, Sandro discorreu sobre o portfólio e a trajetória da Ventiur, explicou sobre os estágios de investimento do modelo Venture Capital e indicou as vantagens e desvantagens de cada estágio de desenvolvimento de startups.
Encerramento e rodada de perguntas
Depois das apresentações, os participantes esclareceram suas dúvidas em relação à rodada de investimentos, participação societária e estratégias de vendas. Além disso, foram destacados os principais erros na busca de investimentos, como empreendedores buscarem recursos antes de resolverem problemas internos em suas startups.
Confira mais conteúdo no site do Sebraetec NI
Esse webinar e outros realizados no ciclo de capacitações estão inclusos na biblioteca digital de conteúdos no site do Sebraetec NI, que reúne materiais alinhados a diferentes etapas da jornada do empreendedor, e às três fichas de atendimento do programa.
Acesse o conteúdo por meio do site: https://sebraetecni.anprotec.org.br/biblioteca/
Na capacitação “Validação Ágil com Inteligência Artificial”, você aprenderá como:
Como usar da Inteligência Artificial na validação do negócio foi debatido no AnproTalks
Como parte do Ciclo de Capacitação Sebraetec NI 2025, a Anprotec em parceria com o Sebrae realizou no dia 26 de novembro, de forma online, o webinar “Validação Ágil com Inteligência Artificial”. Com foco em apresentar as estratégias de uso da IA para validar de forma rápida e acessível o seu negócio.
A capacitação reuniu Eduardo Zanin, head de startups, Renan Barbosa, especialista em empreendedorismo, e André Lanari, especialista em empreendedorismo. Os três palestrantes são profissionais da Inatel Startups e apresentaram como usam a Inteligência Artificial quando atendem empreendedores. Evelin Priscila Trindade, consultora da Anprotec, também participou da capacitação como moderadora do encontro.
Luciano Valente, consultor da Anprotec, destacou o êxito deste ciclo de capacitações, “a gente está muito feliz com este ciclo de capacitação que estamos criando em torno do projeto, em torno do empreendedorismo e de temas tão importantes para as incubadoras, para os profissionais dos Sebraes e para os empreendedores”.
Ferramentas de Inteligência Artificial
Os três palestrantes apresentaram prompts que auxiliam na ideação e validação do negócio, usam ferramentas como Chat GPT e Gemini, mas cada uma para uma situação que se saí melhor. Entretanto, os palestrantes também destacaram a necessidade de dar o contexto correto, como as outras partes geradas, quando for gerar algo nas ferramentas. Esse contexto permite que haja uma resposta mais verídica de acordo com o cenário do empreendimento.
Abordando a eficiência da IA em ajudar empreendedores, Eduardo Zanin comentou que “é fato que a IA aumenta a produtividade, a eficiência e empodera o trabalho que a gente faz”. Entretanto, o palestrante também destacou a importância de “estar atento a esse contexto” em todas as áreas de gestão e que o papel da Inteligência Artificial não é excluir as pessoas, mas sim otimizar o trabalho.
Renan Barbosa, que atuou na parte de comunicação, apresentou os prompts que usaram para pedir as ferramentas gerações sobre branding e identidade visual. “Na parte de comunicação e marketing isso já é um ganho muito grande para criar identidade da empresa, para conseguir tangibilizar o que vai ser o negócio”, comenta o especialista. Outro ponto destacado foi a facilidade das ferramentas de encontrar empresas na mesma área que a do empreendedor no mercado internacional e nacional, fazendo buscas mais profundas.
O palestrante André Lanari apresentou como as IAs podem auxiliar na etapa de entrevista com clientes. Lanari, entretanto, defendeu que é necessário também “ouvir o cliente e deixar a tecnologia de lado”. O palestrante apresentou como as ferramentas podem auxiliar na geração de perguntas ao cliente seguindo as camadas de jobs, dores e ganhos e deixar as perguntas mais técnicas e completas, gerando um panorama mais completo para o empreendedor. Ainda que usem as ferramentas gerem as perguntas, o palestrante reforçou a necessidade de “realizar entrevistas reais”.
Próximos webinars
O ciclo de capacitação contou com 4 encontros e o último acontecerá no dia 03 de dezembro com o tema “Captação de Investimentos para Escalar Startups”, tendo como palestrante Sandro Cortezia, da aceleradora Ventiur, e Jemna Rhoden, Comuniká Consultoria e Inovação.
Todos os encontros acontecem das 10h às 12h, via Zoom. Para se inscrever, acesse o link – https://airtable.com/appZiCRDIJDbg9g3L/shrYFSNPTgiec6i86 !
Na capacitação “Gestão de Equipes e Construção de Times Escaláveis”, você aprenderá como:
Segundo encontro reforça a importância da gestão de equipes para a eficiência de uma Startup
Na quarta-feira (19/11), a Anprotec em parceria com o Sebrae realizou o segundo encontro do ciclo de capacitações, que teve como tema central a Gestão de Equipes e Construção de Times Para Escalar. Neste webinar foram abordadas estratégias para estruturar times e escalar negócios inovadores, com foco em pessoas e cultura organizacional.
O encontro teve início com a participação de Francis Berenger, professor da PUC-Rio e sócio da plataforma Bússola, que trouxe reflexões sobre os caminhos para fortalecer a gestão de equipe e a construção de times em ambientes de inovação. Durante sua fala, Francis ressaltou que a cultura organizacional se constrói diariamente com as relações interpessoais estabelecidas entre os membros da equipe. Segundo ele, a qualidade dessas interações é determinante para criar um ambiente colaborativo e de confiança.
Outro ponto enfatizado foi a necessidade de sistematizar o trabalho em conjunto, garantindo que processos coletivos estejam bem estruturados. Essa prática, destacou o professor, é essencial para que startups consigam alcançar eficácia nos resultados. Já ao abordar sobre a temática da escalabilidade, Francis reforçou que a construção de times sólidos e alinhados é um dos pilares para o crescimento sustentável. Mais do que formar grupos de trabalho, trata-se de desenvolver equipes capazes de sustentar a expansão e enfrentar os desafios que surgem ao longo do caminho.
Em seguida, Carlos Rodrigues Oliveira, diretor da Carioca Startup, trouxe 2 cases marcantes relacionados à gestão de tempo e equipe. Os exemplos compartilhados sintetizam, em partes, como uma startup funciona na prática, revelando os desafios e soluções que surgem no cotidiano de empresas em crescimento. Na apresentação, Carlos destacou a forma como a organização do tempo e a coordenação das equipes se tornam fatores decisivos para a eficiência e para a capacidade de escalar. Ele mostrou que, ao unir esses elementos, é possível criar uma dinâmica de trabalho que favorece tanto a produtividade quanto a inovação.
Mais do que relatar experiências, Carlos buscou oferecer ferramentas que auxiliam líderes e times a compreenderem melhor suas próprias dinâmicas. Nesse sentido, apresentou o Ikigai, método japonês que propõe a descoberta do propósito de vida a partir da interseção entre aquilo que se ama, o que se sabe fazer bem, o que o mundo precisa e o que pode ser remunerado. Ao trazer esse conceito para o universo das startups, Carlos mostrou como alinhar propósito individual e coletivo pode fortalecer a motivação e dar clareza às metas de expansão.
Além do Ikigai, ele também introduziu o DISC, modelo de análise comportamental que identifica diferentes perfis de atuação — Dominância, Influência, Estabilidade e Conformidade. Essa ferramenta, aplicada à gestão de equipes, permite compreender melhor os estilos de cada integrante, favorecendo a comunicação, a colaboração e a distribuição de responsabilidades de forma mais estratégica.
Ao unir estes cases práticos com metodologias de autoconhecimento e gestão, Carlos reforçou que o sucesso da Startup está associado a capacidade de construir equipes alinhadas, conscientes de seus propósitos e de seus perfis comportamentais, que reside a verdadeira força para escalar negócios de maneira sólida e duradoura.
Na capacitação “Criatividade Estratégica, Empreendedorismo e Startups”, você aprenderá como:
A Anprotec e o Sebrae deram início nesta terça-feira (12/11) ao ciclo de capacitações do programa Sebraetec Negócios Inovadores (NI). O webinar inaugural, com o tema “Criatividade Estratégica, Empreendedorismo e Startups”, reuniu Edna dos Santos-Duisenberg, cofundadora e vice-presidente da World Creativity Organization, e Gabriel Torobay, fundador da Bora Resolver e diretor de Inovação da incubadora TecVitória e Evelin Priscila Trindade, consultora da Anprotec, que foi a moderadora do encontro.
O encontro foi aberto por Matheus Lopes Campos, do Sebrae, que apresentou o programa e seu foco em consultorias tecnológicas voltadas para inovação. Luciano Valente, consultor da Anprotec, destacou a satisfação da associação em iniciar mais este ciclo: “Acreditamos muito no potencial deste programa, que foi desenhado de forma muito bem estruturada”.
Criatividade como estratégia de impacto
Edna dos Santos-Duisenberg enfatizou que criatividade vai além de ter ideias: “Criar é fazer acontecer. Na verdade, criar é impactar. É justamente essa capacidade de transformar ideias criativas em negócios de impacto”, afirmou. A palestrante reforçou que, em um contexto de mudanças contínuas e ágeis, a criatividade se consolida como estratégia essencial para empresas e governos.
Gabriel Torobay trouxe uma perspectiva sobre o perfil do empreendedor criativo. “Todos somos criativos, mas com o tempo vamos entrando em uma caixinha e nos moldando em padrões”, observou. Segundo ele, empreendedores criativos são multidisciplinares, o que possibilita mais conexões e a construção de “um mosaico de mundo”.
O diretor da TecVitória também diferenciou conceitos fundamentais: “Inovação não é invenção”. E reforçou a importância da prática: “Se ainda estamos no mundo das ideias, que é importante, mas não damos o próximo passo, fica uma mesa bamba”. Para Gabriel, é fundamental orientar empreendedores sobre a não linearidade do processo e a necessidade de resiliência.
Nova ficha de internacionalização
Durante o evento, Matheus Lopes Campos anunciou o desenvolvimento de uma quarta ficha do programa, focada em internacionalização, resultado do trabalho conjunto entre Sebrae, Anprotec e parques tecnológicos. A novidade soma-se às três fichas já existentes – Validação, Operação e Tração – e reforça o compromisso da Anprotec como facilitadora da internacionalização de startups brasileiras. A previsão é que a ficha seja disponibilizada ainda este ano.
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